Isso é uma síntese deste governo.
O governo Dilma Rousseff é rejeitado pela população. O povo brasileiro não quer mais saber deste governo, chegando ao impressionante ponto em que o apoio fica restrito a 10%, o pior índice desde Pedro Álvares Cabral. Soma-se a isso o caos econômico e a forte crise ética, que culmina com o processo de impeachment já bem adiantado, e temos o diagnóstico de que as coisas (ainda bem) estariam chegando ao fim.
Mas aí nossa presidente vai e se supera.
Vejam isso: o governo cortou bilhões de áreas fundamentais – foram R$ 4,2 bilhões da educação, R$ 2,4 da saúde e assim por diante – e, na mesma tacada, manteve R$ 6,6 BILHÕES PARA EMENDAS PARLAMENTARES. Tais emendas, para quem não sabe, são aqueles adendos que eles fazem ao orçamento, no geral utilizados como ‘moeda política’ com suas bases.
A saúde tomou corte, a educação levou tesourada, mas os parlamentares têm suas emendas mantidas.