A organização não-governamental informou que, dos 350 mortos, pelo menos 48 morreram em atentados suicidas cometidos por eles com cintos de explosivos ou carros-bomba. Os ‘jihadistas’ recrutam os menores através de escritórios especiais nos territórios que controlam na Síria.
Depois de registrados, as crianças e os adolescentes são submetidos a treino e, em seguida, enviados para o campo de batalha. Segundo o observatório, a última “campanha” de “cachorros do califado”, como os ‘jihadistas’ denominam os menores recrutados, juntou-se às suas fileiras este mês.

Outros foram enviados para a província de Alepo (Noroeste), onde o Estado Islâmico combate as FSA perto do Rio Eufrates e as forças do regime sírio e organizações rebeldes no Norte da região.
A organização não-governamental informou que, dos 350 mortos, pelo menos 48 morreram em atentados suicidas cometidos por eles com cintos de explosivos ou carros-bomba. Os ‘jihadistas’ recrutam os menores através de escritórios especiais nos territórios que controlam na Síria.
Depois de registrados, as crianças e os adolescentes são submetidos a treino e, em seguida, enviados para o campo de batalha. Segundo o observatório, a última “campanha” de “cachorros do califado”, como os ‘jihadistas’ denominam os menores recrutados, juntou-se às suas fileiras este mês.
Outros foram enviados para a província de Alepo (Noroeste), onde o Estado Islâmico combate as FSA perto do Rio Eufrates e as forças do regime sírio e organizações rebeldes no Norte da região.