Entre os dias 1º e 4 de abril, a Prefeitura de Boa Vista do Tupim através da Secretaria Municipal de Saúde, vai promover a “o Mês de Consciência do Autismo”. Desse modo, as programações ocorrem no comércio, através de entrevistas nas rádios e nas escolas municipais.
O objetivo é aprimorar o conhecimento da população sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Assim, a inclusão social de pessoas autistas, por meio de adaptações, ocorre de forma cada vez mais efetiva na sociedade.
COR AZUL
No autismo, o azul estimula o sentimento de calma e de maior equilíbrio para as pessoas. Nesse caso, o azul auxilia em situações em que a criança, por exemplo, apresenta uma sobrecarga sensorial. Atualmente, o autismo passou a ser representado pelo símbolo do infinito colorido que foi escolhido e criado pelos próprios autistas. O logotipo refere-se à neurodiversidade e a várias formas de expressão dentro do Transtorno do Espectro Autista (TEA).
CORDÃO GIRASSOL OU DE QUBRA-CABEÇA
Você já ouviu falar no Cordão Girassol? É um acessório diferenciado que tem como objetivo identificar quem possui deficiências que não são perceptíveis. Doenças ou transtornos ocultos são de maior dificuldade de reconhecimento à primeira vista, porque a pessoa não apresenta deficiência física. Alguns transtornos desse tipo são o autismo, o Transtorno de Déficit de Atenção (TDH), transtornos ligados à demência, doença de Crohn, colite ulcerosa e fobias extremas. Já o cordão de quebra-cabeça, identifica as pessoas com autismo.
O cordão de girassol foi criado em 2016, em Londres, na Inglaterra. Não há erro para reconhecê-lo: ele é uma faixa estreita de tecido verde com desenhos de girassóis. O Cordão de quebra-cabeça normalmente predomina a cor azul e tem uma estampa de quebra-cabeça colorida. O cordão pode ser facilmente encontrado em lojas virtuais especializadas em produtos para pessoas com deficiência. Dependendo da loja e da qualidade do produto, o valor do acessório pode variar de preço.
CONHECIMENTO NUNCA É DEMAIS
A Sociedade Brasileira de Pediatria, por meio do Departamento Científico de Pediatria do Desenvolvimento e Comportamento, disponibiliza um Manual de Orientação na internet sobre Transtorno do Espectro do Autismo (TEA).