A Mesa Diretora da Câmara Municipal de Salvador se reuniu, na manhã desta quinta-feira (08), e deferiu, de forma unânime, a licença sem remuneração, pelo período de 60 dias, solicitada no dia 2 de maio pelo vereador Marco Prisco (PSDB), que foi preso no dia 18 de maio.
No dia 22, a Mesa Diretora da Casa se reuniu edecidiu não afastar o vereador. De acordo com o vereador Kiki Bispo, presidente da CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania), a Constituição Federal lista os casos de suspensão de mandato, que não consta a prisão preventiva.
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O vereador e coordenador-geral da Aspra (Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares no Estado da Bahia) está internado no Hospital de Base do Distrito Federal. Prisco está estável, consciente, medicado e em observação, segundo o boletim médico divulgado, no fim da manhã desta quinta-feira (8), pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Na quarta-feira, o vereador passou por exame de cintilografia e seu estado era grave. Segundo a Aspra, Prisco foi encaminhado à UTI (Unidade de Terapia Intensiva), para ser submetido a cateterismo.
O coordenador-geral da Aspra passou mal no início da noite de sábado (3), após tentativa frustrada de fuga de internos do presídio federal da Papuda, em Brasília, segundo a associação. Prisco foi ameaçado de morte pelos internos que o acusaram de ser “informante” e sentiu fortes dores no peito.
De acordo com o advogado Leonardo Mascarenhas, o vereador foi socorrido inicialmente para a UPA (Unidade de Pronto-Atendimento), São Sebastião, mas a médica plantonista informou que a unidade não tinha condições de atendê-lo de forma adequada, pois estava sendo tratado como vítima de infarto.
O vereador foi encaminhado para o HRAN (Hospital Regional da Asa Norte) e transferido para o Hospital de Base no domingo (4). Na unidade hospitalar foi descartada a hipótese de infarto.
No dia 22, a Mesa Diretora da Casa se reuniu edecidiu não afastar o vereador. De acordo com o vereador Kiki Bispo, presidente da CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania), a Constituição Federal lista os casos de suspensão de mandato, que não consta a prisão preventiva.
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O coordenador-geral da Aspra passou mal no início da noite de sábado (3), após tentativa frustrada de fuga de internos do presídio federal da Papuda, em Brasília, segundo a associação. Prisco foi ameaçado de morte pelos internos que o acusaram de ser “informante” e sentiu fortes dores no peito.
De acordo com o advogado Leonardo Mascarenhas, o vereador foi socorrido inicialmente para a UPA (Unidade de Pronto-Atendimento), São Sebastião, mas a médica plantonista informou que a unidade não tinha condições de atendê-lo de forma adequada, pois estava sendo tratado como vítima de infarto.
O vereador foi encaminhado para o HRAN (Hospital Regional da Asa Norte) e transferido para o Hospital de Base no domingo (4). Na unidade hospitalar foi descartada a hipótese de infarto.