Secretaria Municipal de Saúde de Itaetê alerta as gestantes, que ao constatar a existência de suspeita de Zika vírus na Rede Municipal de Saúde, a paciente deve ser acompanhada e caso seja confirmada a doença, ela começa a realizar mais exames de ultrassons do que já é previsto no período de gravidez, para identificar se há mudança na estrutura da formação da criança.
A infecção pelo Zika vírus na gravidez pode causar sintomas na mulher como aparecimento de manchas vermelhas na pele, febre acima de 38°C, dor e inchaço nas articulações. A infecção pelo Zika vírus na gravidez também representa um risco para o bebê. Isso porque esse vírus pode ser transmitido da mulher para o bebê, podendo causar a microcefalia, uma doença que compromete o desenvolvimento neurológico e físico da criança.
Assim, o órgão ressalta que não há tratamento para microcefalia, e que, portanto, a forma de prevenção contra Zika – e assim não correr o risco de desenvolvimento de microcefalia no feto – é manter o uso do repelente de duas em duas horas.
Além disso, de acordo com o Ministério da Saúde, o repelente não deve ser aplicado diretamente sobre a pele. É importante que o produto forme um camada de repelência de cerca de 4cm ao redor do corpo, nesse caso, é equivocado colocar roupas por cima da pele, elas abafarão o produto e diminuirão a eficácia, o correto é aplicar o repelente sobre o corpo e as roupas quando a gestante já está vestida e passou todos os produtos tópicos de costume, como hidratante e protetor solar, permitindo que se forme essa “aura” de proteção.
O Zika vírus assim como a dengue e a febre chikungunya é causado pelo mosquito Aedes aegypti. O município vem realizando trabalhos de combate ao vetor, promovendo limpeza das vias públicas e mutirões com a retirada de criadouros, além das campanhas educativas e pede a ajuda da população para não deixar água parada em suas residências, sejam elas ocupadas ou não.